A
China. Sim, ela. Quando vemos a China e o futebol em uma mesma frase pensamos
logo que tem algo errado, porém os principais investidores do país querem
crescer nesse ramo e estão fazendo de tudo para convencer principais nomes do
futebol mundial a jogarem lá. O melhor e mais fácil método pra isso? A grana
envolvida.
O
Brasil, principalmente, tem sido o maior fornecedor de atletas para a China. Na
última janela de transferência grandes nomes do Brasileirão 2014 foram embora.
Mas a questão principal é: continuar jogando o bom futebol ou fazer o seu pé de
meia? A segunda opção vem sendo a mais escolhida. Os jogadores sabem que o
futebol não é pra sempre, que não vão ganhar o dinheiro que ganham agora pra
sempre, então o jeito é partir e ganhar o máximo possível lá fora. Muitos podem
achar que é ser “mercenário” ou “não jogam por amor à camisa”, mas talvez seja
a solução que eles queriam para manter seus familiares com um bom padrão financeiro
e por um bom tempo. Jogar lá realmente não é uma grande escolha, apesar de
estar em desenvolvimento, mas é o jeito encontrado para criarem uma “poupança”
que possa mantê-los e, mais tarde, voltarem ao Brasil.
Outros
países já fazem parte dessa história há um tempo. Muitos atletas encontram a
saída para Arábia Saudita, Emirados Árabes, Japão como um refúgio financeiro, e
os clubes aceitam sem criar muitas dúvidas, pois não tem o que fazer, apenas
aceitarem o que estão propondo e deixarem o jogador resolver com clube e
empresário. Atualmente a crise financeira está muito grave entre as equipes do
Brasil, então uma proposta que possa ajudar a diminuir as dívidas é vista com
bons olhos por qualquer dirigente.
Há
jogadores, que já ganharam bastante dinheiro jogando na Europa, Ásia, América
do Norte, que prefiram continuar seu bom futebol no Brasil. O meio campista do
Corinthians, Jadson, recusou uma oferta tentadora do futebol chinês e quis
continuar com sua titularidade no clube do Parque São Jorge. É muito difícil isso
acontecer, mas ainda existe quem faça isso. A família e a estrutura do clube
pesaram muito na sua decisão e ele resolveu ficar.
O
salário e os benefícios são maiores? São, e com uma diferença gritante, mas o
futebol também é muito diferente, e o auge dele talvez seja agora.
#AvanteResenha
Negócio da China
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