Conhecido
por ser um grande investidor na política, na tecnologia, no beisebol e, no
esporte que dá mais lucro ao país, o futebol americano, os Estados Unidos
começam a investir agora também no futebol. Levando craques renomados, com uma
grande estrutura, lotando estádios e empolgando, por incrível que pareça, a
torcida. SIM, ELES LOTAM OS ESTÁDIOS! Não é de hoje que a Liga Americana vem
crescendo ( Mais conhecida lá como MLS – Major League Soccer).
Estar passando
pelos canais da sua TV e perceber um jogo da MLS ou até ter lido muitas
matérias sobre a competição pode ser cada dia mais normal, pois o mercado está
crescendo e sendo cada vez mais comentada. São muitos fatores que a liga tem a
seu favor, o primeiro: não há rebaixamento, mas sim, sair dela. A NASL seria a
segunda divisão, com equipes como New York Cosmos (ex-time de Pelé, Gordon
Banks, Gërd Müller e tantos outros) e o Fort Launderdale Strikers (Ronaldo
Fenômeno é um dos donos). O interesse do torcedor norte-americano no ‘soccer’
cresce anualmente. Um dado interessante é que os Estados Unidos foi o país que
mais comprou ingressos para a Copa do Mundo de 2014. Sendo que se fizesse uma
pesquisa dessa há alguns anos atrás perceberíamos que tudo estaria sem sentido.
O mercado ganhou um novo membro!
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A Copa
do Mundo de 1994, disputada nos EUA, ajudou a popularizar o esporte, digamos.
Logo depois, em 1996 (dois anos depois do evento), a MLS foi fundada. Era apenas
o começo. Além do número de fãs subirem de maneira extraordinária, a Seleção
Americana melhorou e muito. Em 2002, conseguiu vaga às quartas. 2006, oitavas.
Em 2010, conseguiu o grande feito de ficar à frente da Inglaterra no seu grupo
e, em 2014, parou na sensação Bélgica. Nomes como Donovan, Dempsey, Howard e
Bradley ganharam destaque no futebol norte-americano, conseguindo inclusive
espaço em clubes europeus. Um feito e tanto para uma liga tão recente.
Valderrama jogou em clubes extintos da competição e no Colorado Rapids, no fim
de sua carreira.O primeiro craque que jogou a competição foi, com certeza,
David Beckham. O ex-meia do Real Madrid começou a levar os holofotes para a
MLS. Em seguida (2010), o campeão do mundo Thierry Henry foi o nome da vez na
liga. O jogador francês deu um destaque gigantesco ao New York Red Bulls, que
sempre será lembrado como “o time de Henry”. Contratações de peso são grandes
jogadas de marketing da competição, que não só ganha fãs nos Estados
Unidos/Canadá como também no mundo.
Já
sobre o nível técnico tem que melhorar muito, mas teve um avanço. Há um número
maior de jogos fracos, não é normal uma rodada a média de gols ser inferior a 2
gols por partida, comparado com outras ligas mundo a fora. Ter mais de 3 jogos
‘0 a 0’ em uma rodada é comum na MLS e acaba sendo um pouco assustador, o que
justifica um pouco o nível técnico que ainda não é um dos melhores e vocês
podem imaginar o tipo de jogo que ainda persiste nos gramados americanos.
A
estrutura para o esporte mais amado no mundo está mudando, com muito trabalho
na base e com o interesse dos jovens no esporte, preferindo mais o futebol do
que o basquete, o beisebol ou até o futebol americano. E tem que entender que a
evolução está em andamento, não está sendo finalizada (até porque é apenas a
20ª edição da liga). Falta muito para se tornar um grande campeonato dentro de
campo, porém, fora, é muito superior.
Americanizando o futebol
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