Até
quanto um clube tem que investir em um jogador com uma idade avançada, mesmo
ele sendo ídolo? Muitos clubes já criaram grandes jogadores e que conseguiram
ter uma identificação maior, principalmente, com a torcida, mas que já abandonaram
por dinheiro.
Hoje,
muitos atletas que já rodaram o mundo do futebol tem o sonho de poder voltar ao
seu país de origem e encerrar a carreira, mas acostumados a ganharem muito
dinheiro acabam dificultando a negociação. Agora pensem comigo, o que vale mais
no futebol hoje, dinheiro ou amor à camisa? Se é um grande jogador e já rodou
muitos clubes pela Europa e Ásia e, realmente, turbinou sua conta bancária, por
que querer ganhar ainda mais no clube que declara amor?! Meu exemplo hoje é o Robinho,
com o possível acerto com o Santos, novamente (acho que é a primeira vez que
falo do Santos na coluna #FalaGuiMorais).
Muitos
santistas irão me criticar sobre o que estou falando, mas é o que realmente
acontece no meu ponto de vista. Todos sabem o carinho que a torcida e a maioria
dos dirigentes e do pessoal da comissão técnica tem com o Robinho, ele é um
grande ídolo lá, faz grandes jogos com a camisa do Santos. E pela milésima vez
o clube da Baixada está negociando sua volta. Será necessário para um clube que
não terá a Libertadores como prioridade em 2016 contratar um jogador caro para
alegrar a torcida? Talvez a derrota na final da Copa do Brasil e a perda da
vaga para a competição tenha aberto um buraco que a diretoria quer tampar com a
vinda do atleta.
O
Santos não precisa pagar nada para comprar o menino Robson, porém vai ter que
arcar com seus salários altos. Muito se fala que um investidor ajudaria a
pagar. E esse é o ponto que queria chegar. O Peixe sempre teve um histórico
muito bom de investir na sua categoria de base e não fazer grandes
contratações, e sempre deu muito certo. Em 2016 não seria diferente, pois onde
era esperado arrecadar uma grana a mais, não conseguiu em 2015. Talvez esse
dinheiro que será gasto com o Robinho poderia se tornar o salário 3,4,5 atletas
dos juniores que poderiam render, no ramo financeiro, do que a criança das pedaladas,
que já passou da idade e não é o mesmo de antes. Mesmo tendo muito sucesso nas
suas passagens pelo Santos.
O
que vale mais hoje é repatriar jogadores, que na teoria podem dar certo pelo
histórico, do que apostar em jovens que aproveitariam mais a chance de vestir a
camisa do Santos.
Infelizmente
isso não é um problema apenas do Santos, mas de todos os times brasileiros.
Até quanto vale insistir em um jogador?
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