Santos sofre na Vila com o bravo Audax mata no contra-ataque e alcança o Palmeiras como segundo maior vencedor do Paulistão
Já o Santos, teve a grandeza de se apequenar, de entender a dificuldade de jogar com um sistema tão severo de posse de bola e troca de passe aliado a movimentação, e na Vila diante de seu torcedor, sagrou se campeão depois de um jogo muito intenso, arriscado e que ainda teve o dedo da arbitragem com um gol mal anulado.
68% de posse de bola dentro da Vila Belmiro, esse foi o triunfo admirável do time comandado por Fernando Diniz, que amassou o mandante, criou ótimas oportunidades e naturalmente caiu na armadilha de Dorival Jr.
Escancaradamente o Santos esperava, marcava da intermediária para trás, oferecia os lados do campo numa forma de desafogar a troca de passes constantes e as infiltrações, e contando com a sorte, com a trave e com a qualidade do impressionante Ricardo Oliveira, que numa roubada de bola no miolo da área, Vitor Bueno recuperou e lançou Ricardo Oliveira, que com maestria, fintou o zagueiro e tocou na saída de Cidão, fazendo 1 à 0 Santos no apagar das luzes do primeiro tempo.
Com a entrada de Paulinho no lugar de Lucas Lima , e sobretudo com a entrega do mesmo na marcação, do polivalente Thiago Maia e com boas atuações de Gabigol e dos laterais. O Santos mesmo encolhido planejava o bote para acabar com o jogo, conseguiu com Joel na parte final da partida, o gol que daria tranquilidade aos torcedores, mas de forma amadora e inaceitável, mesmo com dois defensores dando condição o auxiliar anotou o impedimento.
O gol não faria falta, Ronaldo Mendes aos 45 perdeu um gol incrível, de dar inveja a qualquer Nilson, mas dessa vez a conta não chegaria para o Peixe pagar. Fim de partida, fim de campeonato do multi campeão Santos, que arrebata títulos como uma máquina nos anos 2000. Em sua oitava final, o Santos de Santos e da capital e sobretudo do Brasil, o time único grande com sede fora de um grande centro, o esquecido da mídia. Mais uma vez se fez gigante, na bola na essência do futebol brasileiro.
Se o futebol se personificasse num rosto de um homem ele sorriria de orelha a orelha quando o uniforme branco entrasse no gramado.
Foto: Ricardo Oliveira e jogadores do Santos na comemoração do 22° título Paulista
A Tribuna/Santos
Com requintes de crueldade, o futebol sorriu mais uma vez em solo brasileiro. O audacioso Audax quis imitar o Barcelona de Guardiola, e com a seriedade do trabalho, a inexistência de pressão no recente clube e sobretudo na fé no futebol bem jogado, cada jogador do time é digno de reverência e aplausos mesmo com o vice-campeonato.A Tribuna/Santos
Já o Santos, teve a grandeza de se apequenar, de entender a dificuldade de jogar com um sistema tão severo de posse de bola e troca de passe aliado a movimentação, e na Vila diante de seu torcedor, sagrou se campeão depois de um jogo muito intenso, arriscado e que ainda teve o dedo da arbitragem com um gol mal anulado.
68% de posse de bola dentro da Vila Belmiro, esse foi o triunfo admirável do time comandado por Fernando Diniz, que amassou o mandante, criou ótimas oportunidades e naturalmente caiu na armadilha de Dorival Jr.
Escancaradamente o Santos esperava, marcava da intermediária para trás, oferecia os lados do campo numa forma de desafogar a troca de passes constantes e as infiltrações, e contando com a sorte, com a trave e com a qualidade do impressionante Ricardo Oliveira, que numa roubada de bola no miolo da área, Vitor Bueno recuperou e lançou Ricardo Oliveira, que com maestria, fintou o zagueiro e tocou na saída de Cidão, fazendo 1 à 0 Santos no apagar das luzes do primeiro tempo.
Com a entrada de Paulinho no lugar de Lucas Lima , e sobretudo com a entrega do mesmo na marcação, do polivalente Thiago Maia e com boas atuações de Gabigol e dos laterais. O Santos mesmo encolhido planejava o bote para acabar com o jogo, conseguiu com Joel na parte final da partida, o gol que daria tranquilidade aos torcedores, mas de forma amadora e inaceitável, mesmo com dois defensores dando condição o auxiliar anotou o impedimento.
O gol não faria falta, Ronaldo Mendes aos 45 perdeu um gol incrível, de dar inveja a qualquer Nilson, mas dessa vez a conta não chegaria para o Peixe pagar. Fim de partida, fim de campeonato do multi campeão Santos, que arrebata títulos como uma máquina nos anos 2000. Em sua oitava final, o Santos de Santos e da capital e sobretudo do Brasil, o time único grande com sede fora de um grande centro, o esquecido da mídia. Mais uma vez se fez gigante, na bola na essência do futebol brasileiro.
Se o futebol se personificasse num rosto de um homem ele sorriria de orelha a orelha quando o uniforme branco entrasse no gramado.
Campeão de novo!
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