Uma equipe se não tem um elenco muito
bom, não consegue competir em mais de uma competição, não é verdade? Talvez.
Depende muito da vontade dos jogadores e da ordem de um superior. Foi essa
opção que realmente aconteceu com o Corinthians na Copa do Brasil.
Dias antes do segundo jogo das oitavas
de final na Arena Corinthians, já surgiam notÃcias nos bastidores que o foco
seria o Brasileirão e o time precisava poupar jogadores. A campanha na liga
nacional é muito regular, com uma tática muito compacta, porém não há nada que
impeça um clube tão grande, com uma enorme tradição de disputar os dois
campeonatos simultaneamente. Pois bem, para o jogo jogadores foram poupados, os
reservas não conseguiram dar conta, mais uma derrota em mata-mata e um tabu em
clássicos. O jogo foi totalmente do Santos, o Dorival conseguiu armar o time
para que o Corinthians não jogasse na sua própria casa e mais de 41 mil pessoas
assistiram o mandante perdido em casa, sem poder de reação e com ”testes” (na
minha opinião). Sim, testes, em pleno mata-mata. Matheus Pereira (17 anos,
nunca tinha jogado profissionalmente antes), CRISTIAN (Não é 5% do Cristian da
primeira passagem, estava voltando de lesão e não tem o apoio da torcida) e
Romero (não tem a confiança de ninguém na torcida do Corinthians, pouco
aproveitado e quando entra, é em posição errada) jogaram naquela partida.
Realmente, a vontade era enorme.
O preço foi o peso colocado nas
próprias costas, com o Brasileiro virando “obrigação”, como cantaram os
torcedores. Por isso, embora o momento seja claramente distinto em relação ao
primeiro turno, um bom resultado diante da formação catarinense era novamente
importante.
Passado aquele “amistoso” por parte do
Timão, uma dúvida reinava na cabeça de todos. O quanto essa eliminação poderia
afetar na campanha do Campeonato Brasileiro? Por incrÃvel que pareça? Nada. O
time é totalmente diferente de um campeonato para o outro, a vontade é
totalmente diferente, mesmo com peças importantes voltando no jogo de ontem.
Como é da essência do menino Adenor, a marcação continua sendo eficiente e a
compactação dos setores de defesa e ataque são pontos a serem reconhecidos.
Mostrou eficiência e não vem economizando para fazer gols nos jogos.
O lado negativo é que no mata-mata
esse ano, morreu em todos. Mas em pontos corridos vem matando todo mundo.
Na Copa morreu.. No Brasileiro vem matando..
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